Cesta Básica no Varejo – Conceito

Desenvolvida para suprir as necessidades básicas de alimentação e higiene de um adulto pelo período de um mês. A cesta básica reúne um conjunto de produtos e itens considerados essenciais de diversos gêneros: Alimentos, limpeza e higiene.

Seu cálculo é derivado de uma pesquisa. Neste estudo estima-se os gastos que uma pessoa deve fazer para atender às suas necessidades básicas, por exemplo:


Se a cesta básica (conjunto de ítens essenciais para as necessidades de alimentação, limpeza e higiene) de um individuo em determinado país seja de 800 reais, por exemplo. É fato que seus rendimentos devam exceder esse valor, então suprir as suas necessidades.

Não existe um consenso sobre quais itens formam uma cesta. Isso pode variar conforme a finalidade de cada cesta, a região e o fornecedor/distribuidor.

Já a quantidade de produtos, na maioria das regiões é composta por 13 itens. A maior parte deles: Arroz, feijão, óleo, macarrão, café, açúcar, óleo… dentre outros.

Cesta Básica no Varejo

O conceito de cesta básica atualmente é muito abstrato. Inicialmente a ideia era de se medir o poder de compra do salário mínimo.

Entretanto, atualmente além de não suprir todas as necessidades, a cesta é fraca em certos nutrientes. Ela não atende plenamente às necessidades de vitaminas e minerais, encontrados em frutas, verduras e legumes.

 

O valor da cesta básica:

Segundo levantamento do Núcleo de Pesquisas Econômico Sociais (Nupes) da Universidade de Taubaté, o preço médio da cesta básica fechou 2019 com alta de 8.57% no Vale do Paraíba.

Conforme a pesquisa, a cesta que custava em média, R$1573.17 em Dezembro de 2018, neste ano passou para R$1.707,96. Valor este acima da inflação do período, de 4.31%.

Entre os itens que mais sofreram o aumento no ano passado foram: Feijão carioquinha (+58,49%), alho (+45,70%) e a carne (+38,87%).

Segundo o Nupes, o aumento do feijão se deve à queda na produtividade por questões climáticas, já a carne subiu principalmente, pela alta na exportação para a Ásia, enquanto isso o alho, por consequência da redução da produção mundial.

Apesar disso, conforme a pesquisa, a expectativa é o que os preços comecem a cair já a partir do começo do ano. “Nas primeiras pesquisas de janeiro, observamos um pequeno recuo no preço da carne. O mercado internacional está mais estabilizado e como a carne tem um preço mais significativo nessa cesta, ela deve puxar outros produtos pra baixo”, afirmou o economista do Nupes, Edson Trajano.

Imagem: @nensuria

 


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.